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o meu estaminé

o meu estaminé

12
Mar19

Água por todo o lado

Tem chovido muito por estas bandas. É água por todo o lado e nos seus mais diferentes estados físicas. Já choveu, já nevou, já caiu granizo e agora chove novamente, como nunca. Para sorte minha, tive de andar na rua a tratar de uns assuntos. Emprestaram-me um chapéu de chuva (sim, esqueci-me do meu em casa, que conveniente...) e lá fui eu.

 

Com tanta água a cair e com tanta água no chão, devo concentrar os meus esforços a tentar não molhar que zona do meu corpo?

 

A cabeça estava bem protegida, não só pelo guarda-chuva, mas também pelo gorro. A cabeça estava safa! As costas também iam bem protegidas, já que tinha uma mochilas as costas. E agora é que vêm aí os problemas.

 

Os pés, bem os pés, restava-me entregá-los à sorte e não pisar nenhuma placa de cimento descolada do passeio, como me aconteceu ainda esta manhã. Hoje de manhã fiquei com as sapatilhas completamente molhadas. Pisei uma dessas placas de cimento, e zás, vi água a saltar  direitinha para os meus pés! Apesar das sapatilhas seram a prova de água, fiquei com os pés molhados porque a água entrou por cima, entre o meu pé e as sapatilhas. Enfim. E por fim as penas. Sabia que as ia molhar sempre um bocadinho, claro, mas nunca como se molharam. Passo a explicar-vos o grande problema. Ora, acumulou-se muita água junto à berma da estrada, e apesar do passeio ser muito largo, sempre que passavam autocarros, eles tinham a capacidade de "enviar" toda aquela água na estrada para o passeio. Conseguem imaginar o cenário. Mesmo muito complicado, mesmo afastando-me o máximo que conseguia da estrada (e tenho a dizer-vos que o passeio até é bem larguinho). Assim, sempre que via um momento destes a acontecer no imendiato, tentava diminuir os estragos ao por o chapéu de chuva a proteger as minhas pernas, mas a água arranjava sempre maneira de chegar até elas. 

 

E assim se apanha um molha!

 

Beijinhos,
Raquel
10
Dez18

Um campo de minas... de água

A chuva por esta terra é quase omnipresente. Pior que isso, é o verdadeiro campo de minas que a água da chuva forma.

 

Os passeios são construídos por umas placas quadradas de cimento. Até aqui tudo bem. O pior é que algumas estão desniveladas em relação às outras e não estão fixas. Conseguem imaginar o que acontece? Ora, se calhamos a pisar um dos cantos soltos das placas de cimentos, a água que se encontra em cima, salta. E para onde vai? Para os nossos pés! Directinha para os nossos pés!

 

Aconteceu-me isto recentemente. Outra vez. Posso dizer-vos que a água encontrou mesmo para dentro da sapatilha. Bolas! Foi preciso mesmo azar!

 

Beijinhos,

Raquel

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